04/12/2013

Amar é verbo, amor, substantivo. Gramaticalmente.


Amar é verbo, amor, substantivo. Gramaticalmente.

Simples assim? Sim e não. Simples, mas nem tanto.

Amar é manifestar em pensamentos, palavras e ações o mais expressivo e dignificante dos sentimentos humanos. Amar inclui dedicação, doação, carinho e até mesmo renúncia.

Amor é, simultaneamente, princípio e fim de tudo isso; o amor consegue ser causa e conseqüência das ações do verbo amar.

Oriza Martins

Amara Mourige

17/11/2013

"Se pelo romantismo vale o amor... pelo amor vale a vida!"


"Numa relação a dois, romantismo e amor se completam... o romantismo é o tempero do amor a dois. Às vezes, apresenta-se mais picante, outras vezes mais suave, mas de qualquer forma é absolutamente delicioso!"

"Se pelo romantismo vale o amor... pelo amor vale a vida!"

Oriza Martins

Amara Mourige

08/11/2013

O Amor....

"O Amor...

É difícil para os indecisos.
É assustador para os medrosos.
Avassalador para os apaixonados!
Mas, os vencedores no amor são os
fortes.
Os que sabem o que querem e querem o que têm!
Sonhar um sonho a dois,
e nunca desistir da busca de ser feliz,
é para poucos!

Ercília Ferraz de Arruda Pollice.
Amara Mourige

25/10/2013

"… de amor andamos todos precisados

"… de amor andamos todos precisados, em dose tal que nos alegre, nos reumanize, nos corrija, nos dê paciência e esperança, força, capacidade de entender, perdoar, ir para a frente. 

Amor que seja navio, casa, coisa cintilante, que nos vacine contra o feio, o errado, o triste, o mau, o absurdo e o mais que estamos vivendo ou presenciando.
 (…) Meu partido está tomado. (…)
Ele não obedece a cálculos da conveniência momentânea, não admite cassações nem acomodações para evitá-las, e principalmente não é um partido, mas o desejo, a vontade de compreender pelo amor, e de amar pela compreensão."

(Carlos Drummond de Andrade)

Amara Mourige

18/10/2013

Dentro da eternidade e a cada instante.

Soneto do Amor Total

Amo-te tanto, meu amor ... não cante
O humano coração com mais verdade ...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

Vinicius de Moraes
Amara Mourige

04/10/2013

Ah, queima-las não pude...


" Velhas Cartas de Amor "
Hector Pedro Blomberg
(argentino - 1890)

Ah, queima-las não pude... É que elas - quem diria?
guardam murchas assim tua morta paixão
- a febre de uma noite, as lagrimas de um dia -
como o eco já sem voz de uma ultima canção.

Tuas cartas! - num tempo a que eu retornaria –
fizeram palpitar de amor meu coração...
Depois, veio o silêncio, a distância, a agonia,
e o bálsamo do tempo - a cruel consolação!

Vivem nelas ainda um romance apagado,
a luz da mocidade, o fogo de um passado,
a gloria de uma vida aos vinte anos em flor...

Ontem, contava-as, sim - com um gesto indiferente...
Mas sobre elas caiu uma lagrima ardente ...
... E não pude queimar tuas cartas de amor...


( Poema de JG de Araujo Jorge extraído do livro
"Os Mais Belos Poemas Que O Amor Inspirou"
Vol. IV - 1a edição 1965)
Amara Mourige